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Creed II – Crítica

O filme chega aos cinemas no dia 24 de janeiro de 2019.

Por Laryssa Alrely 

Após a luta contra o atual campeão mundial de boxe, Adonis Creed recupera o mustang que era do seu pai e ganha o título com Rocky sempre ao seu lado, como treinador. Enquanto isso, na Ucrânia, Ivan Drago – que matou seu pai no ringue anos atrás – leva uma vida cheia de tristeza e treina seu filho, Viktor Drago, como boxeador aguardando o dia em que o título de campeão mundial chegue e restaure o nome de sua família perante seu país de origem, a Rússia.

A vida ia muito bem, Adonis pediu Bianca em casamento sua carreira musical estava finalmente decolando. O “olheiro” Buddy Marcelle, estava na espreita, assistindo à lutas de Viktor Drago e percebeu o potencial do rapaz para um duelo de gigantes: o atual campeão, Adonis versus o filho do assassino de seu pai, Viktor. O que o filho de Apolo Creed não sabia, era que Viktor foi criado e consumido pela raiva de ter sido abandonado pela mãe, sentimento motivado também pelo seu pai.

O convite da luta finalmente chega, e Adonis logo é tomado pela sede de vingança. Rocky, como seu treinador não concorda com a luta e decide não ajudá-lo vendo no filho o mesmo que viu em Apollo, a sede de ser um vencedor. Com isso, o rapaz recorre ao filho do treinador de seu pai, Tony “little duke” Burton para prepara-lo para a luta. Com o sentimento de culpa por aceitar a luta, ele decide contar à sua mãe Mary Anne, mas o resultado foi bem diferente do esperado, pois enquanto ele pensa em como vai falar, Mary Anne Creed desconfia que Bianca esteja grávida. Ela tem razão.

 E o dia finalmente chega.

Adonis luta motivado pela raiva, com sede de vingança, enquanto Viktor ataca com força sem pensar. Ao contrário do MMA, no boxe quando o adversário estiver no chão seu oponente é obrigado a respeitar a contagem de 1 à 8, mas Viktor não o faz e libera um soco de direita deixando Adonis desacordado, sendo socorrido logo após.

Costelas fraturadas, rim perfurado, entre outras fraturas, Adonis Creed está internado, sentindo-se humilhado e com raiva, mas, ainda é o campeão. Por conta do último golpe Viktor Drago foi desclassificado.

Ivan Drago e seu filho são recebidos de volta à Rússia como heróis, tendo o prestígio e respeito que Ivan sempre sonhou em ter, mas Viktor logo percebe a hipocrisia nos olhos de todos que o rodeiam. E Adonis se recupera de seus ferimentos e aguarda o nascimento de sua filha, que nasceu com o mesmo problema auditivo de Bianca. Frustrado com todos esses problemas, Adonis decide que quer uma segunda luta com Vitkor.

Meses se passam, Rocky o aguarda em um encontro surpresa marcado por Mary Anne, e promete treiná-lo apenas se Adonis souber pelo que está lutando, fazendo às pazes com seu sobrinho.

Adonis Creed é levado ao deserto por seu treinador Rocky e por Tony Burton, à um lugar onde os lutadores renascem, para se chegar ao limite do corpo humano e continuar seguindo em frente com dor, sede, fome, medo, ansiedade…

O dia da revanche finalmente chega.

Adonis Creed vê agora os motivos pelo qual lutar: sua filha, esposa, mãe, sua vida. E quando entrou no ringue, se viu sozinho, apenas com sua vontade de vencer. E por 8 rounds Adonis Creed e Viktor Drago lutam, partindo para o 9º round, quando Ivan dá ordem para o filho quebrar Adonis novamente, tomado pela agonia de ser expulso novamente de seu país perdendo todas as regalias que haviam recebido.

Com as costelas quebradas novamente, Adonis se vê em frente a Rocky, que lembra de que a dor faz parte de seu corpo, e deve conviver com ela. O 10º round começa e Creed golpea Drago com toda sua garra e técnica, ganhando a corrida para vitória. Ivan percebe que não vale a pena sacrificar seu filho pela vida que poderia ter tido e joga a toalha, tornando Adonis vencedor.

Conclusão:

No primeiro filme, houve muita teoria do que seria o filme, e se teria uma sequência. Em Creed II, os personagens foram muito bem construídos e a história foi concluída com chave de ouro. Não só para os fãs de boxe, mas para todos que acompanharam Rocky Balboa, a emoção é tremenda, não só pelo personagem presente no filme, também pela reviravolta de um rapaz que nunca pode conhecer o pai e deu de cara com o lutador que o matou.

As tiradas de humor são muito bem encaixadas, quem está assistindo sente a todo tempo a frustração, a raiva, todo o sentimento que o filme traz em seus personagens principais, e as lições fazem a diferença em sua conclusão.

De 0 a 10, para o filme, como fã de luta, fã de Rocky Balboa e fã de Michael B. Jordan (exceto por ele ter feito o review do Tocha Humana); minha nota é 11!

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Fei Ting

Budista, espírita, católica, pisciana ao avesso, supersticiosa, amante da gastronomia e publicitária por acidente.

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